18 / 05 / 2012
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Embalado pelo potencial dos aplicativos móveis e pela mídia social, o e-mail marketing permanece, em 2012, como uma ferramenta privilegiada de comunicação e relacionamento. No entanto, em uma época de hiperconectividade, em que a atenção do consumidor é bombardeada por estímulos múltiplos, o tempo se transformou em artigo de luxo.

O sucesso das campanhas de e-mail marketing exigirá muito critério e disposição para inovar. O novo ano começa com importantes desafios para as ações digitais, como Qualidade da base de dados, Maiores índices de conversão e Onipresença.

Qualidade da base de dados

O uso de uma base de dados higienizada, opt-in e em concordância com as boas práticas de e-mail marketing é uma questão antiga que permanece atual como nunca no Brasil. A prática de spam segue em alta por aqui e integramos, ao lado da China e da Rússia, a trinca dos campeões de fraudes nos e-mails. O uso de bases de dados inconsistentes irrita os consumidores, prejudica a credibilidade dos remetentes e compromete os resultados das ações de e-mail marketing. Embora o Brasil tenha evoluído e obtido vitórias importantes, como o Código de Autorregulamentação das Boas Práticas de E-mail Marketing, a conscientização sobre os efeitos deletérios das bases de má qualidade precisa continuar em 2012. Ainda temos muito campo para avançar.

Maiores índices de conversão

Só o mailing certo não basta. Além da base de contatos higienizada e do timing correto, cabe às marcas saber utilizar as ações de e-mail marketing para conhecer melhor o cliente, encantá-lo e, assim, convencê-lo a adquirir o seu produto e serviço, de preferência com boas recomendações. Para ir além dos índices de clique e abertura, aproveite o e-mail marketing para literalmente “mergulhar” no universo dos consumidores, aumentar o seu poder de influência na web e, consequentemente, aumentar o índice de conversão de suas ações de e-mail marketing.

Onipresença

Com o bombardeio diário de estímulos que não pára de aumentar, o tempo tornou-se o bem mais disputado por marcas e organizações. No hiperconcorrido universo da web, ganha quem conseguir prender a atenção dos consumidores. Reveja os conceitos do passado. Se antigamente o apego emocional funcionava para cativar novos clientes e fidelizados, hoje o cenário mudou, e muito. Com a diversidade dos canais de comunicação, é necessário estar onde o consumidor está – ele não tem mais tempo para ir atrás de suas marcas preferidas.

Portanto, não adote uma postura passiva. Aproveite o potencial de interação do e-mail marketing e não se restrinja ao trivial. Prepare ações de e-mail marketing especiais para aplicativos móveis, replique as mensagens do Twitter, no Facebook e em outras redes sociais. Quanto mais sua empresa se fizer presente, maiores são as chances de obter bons resultados.

 

Fonte: Mundodomarketing

O mercado de telefones móveis cresceu 19,8% no primeiro quarto de 2011 se comparado ao mesmo período do ano passado, segundo informou a IDC nesta sexta-feira (29/04). O estudo mostrou que o crescimento das vendas dos smartphones foi destaque especialmente em mercados emergentes.

As fabricantes de aparelhos venderam 371,8 milhões de unidades no período. No ano passado foram 310,5 milhões de unidades vendidas.

Segundo a IDC, o crescimento das vendas no mercado de smartphone em países emergentes ajudou a alavancar os números do mercado mundial. Isto é resultado da produção de aparelhos mais acessíveis.

A América Latina continuou o crescimento do mercado no último trimestre, a diferença entre os recursos dos smartphones e telefones móveis estreitou. As vendas dos aparelhos foi ajudada pelas operadoras que adotaram as redes 3G e pelos fabricantes que enviaram mais modelos touchscreen e com teclado QWERTY. Se junta às causas, o lançamento de dispositivos Android e Windows Phone. Os preços médios de venda também diminuiram na região, graças à expansão agressiva feita por fornecedores chineses.

Fonte: itweb

A News Corp receberá ofertas para a compra do MySpace até esta sexta-feira (29/04). A companhia recebeu cerca de cinco proposta que avaliaram a companhia em mais de US$ 100 milhões, segundo reportaram as agências internacionais.

Espera-se que as empresas de imvestimentos THL Partners, Redscout Ventures e Criterion Capital ainda façam suas propostas. Segundo o site do jornal O Estado de S. Paulo, estas companhias detém a rede social Bebo.

O MySpace foi comprado por mais de US$ 580 milhões, em 2005, pela News Corp.

Fonte: IT Web

Quatro entre nove brasileiros já têm um computador em casa ou no trabalho. Até o início do ano que vem será um computador para cada dois habitantes. O motivo é simples, o computador está cada vez mais barato, menos de R$ 1 mil uma versão não muito sofisticada, e o pagamento é a perder de vista.

É o que revela a 22ª Pesquisa do Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP, o GVcia), que retrata anualmente o mercado de TI. De acordo com o levantamento, existem 85 milhões de computadores em uso no Brasil. No ano passado, foram vendidas 14,6 milhões de unidades, uma a cada 2 segundos. A pesquisa foi realizada em 5 mil empresas.

- O preço do computador caiu, a renda da população aumentou e a percepção de que não se pode ficar sem um micro em casa ou no trabalho é bem maior. Daí a explosão nas vendas. Quem tem apenas um computador em casa sabe disso. Há uma grande briga à noite para ver quem vai entrar na internet – disse Fernando Meirelles, coordenador da pesquisa.

Segundo ele, enquanto o preço da versão mais atualizada de um computador não ultrapassa US$ 8 mil há 20 anos, o preço de uma máquina de entrada cai pela metade a cada 18 meses há 30 anos. Meirelles explicou que o computador só não vai ficar de graça porque o preço acaba sendo reajustado a cada lançamento de software.

Segundo o levantamento, o uso do computador no Brasil está acima da média mundial, mas ainda abaixo de países desenvolvidos. Enquanto no Brasil 44% da população têm acesso a um computador, nos Estados Unidos esse percentual já atinge 106%. Na média mundial, 36% da população têm um computador. O professor da FGV disse que o interesse pelas televisões e por telefones ainda é maior. Para cada computador o brasileiro tem duas tevês e três telefones.

- Temos muito chão pela frente, mas o cenário é bem melhor do que 10 anos atrás. O interesse pelo computador ainda é menor do que nos Estados Unidos, mas a expectativa é de crescimento das vendas. Tudo vai depender da economia continuar crescendo e a renda do brasileiro aumentando – afirmou Meirelles.

De acordo com a pesquisa, as empresas gastam e investem 6,7% da sua receita em tecnologia da informação, um percentual que dobrou nos últimos 14 anos. A cada ano, o setor cresce 8%, isso há 22 anos. Meirelles explicou que esse crescimento reflete a necessidade das empresas de se tornarem cada vez mais informatizadas para não perder clientes e até mesmo ter um bom relacionamento com os seus funcionários. Segundo ele, já não se discute mais se o empregado tem a necessidade de estar conectado à internet.

O custo anual de uso do computador (inclui despesas com troca de aparelho e investimentos em softwares, por exemplo) chega a R$ 20 mil nas empresas. Pelo levantamento, a Microsoft continua dominando a estação de trabalho das empresas com o Windows, Explorer e o Office (91%).

Nos servidores corporativos o Windows tem 67% e o Linux 20% do uso no ambiente operacional. Segundo o levantamento, o Lixus está há três anos estacionado em 20% do uso nos servidores coorporativos. A Oracle tem 36% em bancos de dados. Os sistemas integrados de gestão da Totvs, SAP e Oracle têm juntos 82% do mercado.

A FGV também divulgou uma pesquisa de comércio eletrônico no mercado brasileiro. Foram ouvidas 470 empresas de vários setores econômicos. De acordo com o levantamento, do valor atualmente transacionado no comércio eletrônico, 65,25% são operações negócio-a-negócio e 33,02% negócio-a-consumidor.

As empresas pesquisadas não realizaram crescimentos expressivos nos seus níveis de gastos e investimentos em comércio eletrônico. Na média geral, os gastos e investimentos representaram 1,53% da receita líquida das empresas – 0,48% na indústria, 1,44% no comércio e 2,21% em serviços.

Fonte: O Globo

As recentes medidas do governo de restrição ao crédito mantiveram a perspectiva de consumo das famílias de São Paulo patamar estável em abril . É o que aponta pesquisa divulgada hoje pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) e feita com cerca de 2.200 consumidores na capital paulista. Em abril, o indicador de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) atingiu 135 pontos, mesmo valor registrado em março, quando alcançou o menor nível do índice desde maio de 2010.

O ICF apresentou alta de 3,1% ante abril do ano passado, quando o indicador estava em 131 pontos. O índice da Fecomercio-SP varia de 0 a 200 pontos e considera patamares acima de 100 pontos como sinal de satisfação das famílias com o consumo. O ICF é composto por sete itens, como emprego, renda, acesso ao crédito, entre outros.

A entidade considera que os dados registrados em abril ratificam tendência vista nos primeiros meses de 2011, quando o indicador tem apresentado estabilidade. “O impacto das políticas de restrição de crédito foi sentido pelas famílias de forma concentrada nos primeiros meses do ano.” A Fecomercio-SP aponta, contudo, uma tendência de alta para os próximos meses, uma vez que os itens consumo, renda e crédito do indicador estão em nível elevado, o que pode se refletir no período. O item Acesso a Crédito, por exemplo, subiu 5,7% ante março, retomando patamar atingido em abril de 2010, de 151,7 pontos. A alta, segundo a entidade, representa um reajuste diante de uma queda acumulada de 13,2%, entre dezembro de 2010 e março de 2011. “Essa queda parece ter sido decorrente da preocupação com as tentativas do Banco Central para conter o crédito desde dezembro.”

O item Renda Atual também teve alta em abril, de 1,8% ante março, alcançando 151,8 pontos. No mesmo ritmo, o item Emprego Atual subiu 1,9% em relação ao mês passado, chegando a 144,5 pontos. O crescimento, segundo a Fecomercio-SP, é resultado da expansão econômica do Brasil em 2010. Na outra ponta da pesquisa, o item Perspectiva Profissional registrou recuo no período de 4,2%, chegando a 129,8 pontos. O item Perspectiva de Consumo também apresentou queda no mês, de 3,8%, chegando a 130,7 pontos. O item Nível de Consumo Atual, por sua vez, apresentou variação próxima da estabilidade no período, atingindo o nível de 100,8 pontos, diante de 100,3 pontos em março. O resultado, segundo a entidade, é reflexo da pressão da inflação sobre o orçamento doméstico das famílias de São Paulo.

Fonte: Estadão