18 / 05 / 2012
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Pesquisas mostram que chegou a vez dos pequenos no e-commerce. Com mais vitrines virtuais à disposição, que vão dos sites de compras coletivas ao Facebook, as pequenas empresas ganharam espaço no comércio eletrônico. No primeiro semestre de 2011, elas responderam por 8% do faturamento das vendas on-line, ante 7% em 2009 e 2010, de acordo com a consultoria E-bit. Parece pouco, mas isso significa que o faturamento desses pequenos negócios pode ter chegado a R$ 1,5 bilhão no fechamento do ano, caso o comércio eletrônico como um todo tenha faturado os R$ 18,7 bilhões previstos pela E-bit.

— Neste ano, a expectativa é que, no mínimo, essa participação das pequenas empresas se mantenha — diz Cris Rother, diretora da E-bit.
 
Milhares de pequenos negócios entram na rede a cada ano. A projeção da consultoria E-Consulting Corp é que o número de pequenas empresas no mercado brasileiro cresça a uma taxa de 15% ao ano em três anos.
 
— Os pequenos crescem com serviços e produtos personalizados, pois os produtos padronizados são dominados por grandes varejistas — diz Daniel Domeneghetti, da E-Consulting.
 
Eduardo L’Hotellier criou o portal GetNinjas em outubro, para promover a compra e a venda de serviços. O site já chegou à marca de dois mil ofertantes cadastrados (dobrou em 15 dias) e quer fechar o ano com 100 mil. Nele, há desde serviços de consertos domésticos até a criação de logotipos, por valores que vão de R$ 20 a R$ 6 mil.

Os sites de compras coletivas também auxiliam as pequenas. Segundo a E-bit, eles concentram 6,5 milhões de usuários, entre os 32 milhões do e-commerce brasileiro. No Peixe Urbano, cerca de 75% dos ofertantes são de pequenas ou médias empresas. De olho nesse mercado, a Negócios Urbanos montou site de compra coletiva em que todos os compradores e 90% dos vendedores são pequenos.

Moda e produtos ligados a design em expansão
 
O comércio eletrônico de moda e produtos ligados a design também tem atraído muitos pequenos empreendedores para a rede. Entre os cinco primeiros ramos de atividade das lojas cadastradas na plataforma de lojas virtuais MercadShops, três têm a ver com esses setores: decoração, vestuário e calçados e beleza. O portal, aliás, completou um ano em janeiro e já conta com mais de 23 mil vendedores brasileiros cadastrados, entre os 36 mil da América Latina.
 
E os sites de moda têm muito a crescer no Brasil. A loja virtual de calçados e acessórios femininos olook é um exemplo. Lançado em 12 de dezembro, o site já tem mais de mil produtos vendidos e 400 clientes cadastrados.
 
— No Brasil, a participação dos artigos de moda no comércio eletrônico é pequena, entre 2% e 4%, muito abaixo dos 20% de mercados maduros, como França e Alemanha — afirma André Beisert, sócio da olook, que almeja ter um milhão de pessoas cadastradas.
 
De olho nesse mercado, o empresário Thiago Santos e outros dois sócios fundaram a E2E no início do ano. A empresa fornece a infraestrutura de comércio eletrônico para lojas de moda já existentes, desde o serviço de logística até a plataforma de transações eletrônicas:
 
— Estamos com dois projetos em curso. Até o fim do ano devemos atender 30 clientes e movimentar R$ 20 milhões/ano.
 
As redes sociais também entraram na estratégia de Ludmilla Mancilha como uma forma de fechar as vendas dos biscoitos e compotas decoradas de sua empresa, a Milla Mancilha. Hoje, cerca de 70% de suas vendas são fechadas pela internet, por meio do Facebook ou do site. O boca a boca virtual, diz, já levou seus produtos até para a Suíça.
 
— Pelo site, atendemos clientes aqui em São Paulo e também para o Rio — afirma.
 
Novas tecnologias vão baratear custos para os pequenos no e-commerce
 
O segmento de B2B (negócios para negócios, na sigla em inglês) tem trazido muitas pequenas empresas para o e-commerce, ainda que muitas vezes por imposição do comprador, diz o coordenador de Tecnologia da Informação da FGV, Alberto Luiz Albertin. No B2C (vendas para o consumidor), segundo ele, o que tem impulsionado os negócios é o amadurecimento dos clientes.
 
Para Carlos Curioni, sócio do portal de comércio de artesanatos Elo7, que reúne 70 mil artesãos, o aumento da confiança do consumidor virtual foi fundamental para a expansão. Em 2011, o portal dobrou as vendas e pretende triplicá-las em 2012.
 
— Mais de 10% da população brasileira já fizeram transações on-line — lembra.
 
A chegada de tecnologias, como computação em nuvem, deve facilitar a entrada de pequenos e baratear os custos, para Paulo Roberto Feldman, presidente do Conselho das Pequenas e Micro Empresas da Fecomércio-SP.
 
Tudo indica que com o crescimento de usuários e novas tecnologias este ano será mesmo dos pequenos no e-commerce.

Fonte: empreendedoronline

Uma das características de um empreendedor é descobrir um sentido profundo em postulados simples e fazer disso uma diretriz para o sucesso. Foi isso que fizeram diversos empreendedores do setor de tecnologia que de uma forma ou de outra mudaram nosso jeito de viver. veja algumas dessas lições de sucesso de 17 empreendedores bem sucedidos no mundo digital.

Steve Jobs, ex-CEO e cofundador da Apple – “Estou convencido de que praticamente metade do que separa empreendimentos bem sucedidos dos quem não têm sucesso é pura perseverança”.
 
Max Levchin, ex-diretor-executivo de tecnologia (CTO) do PayPal – “A 1ª companhia que eu criei fracassou com um grande estrondo. A 2ª teve um fracasso um pouco menor, mas ainda fracassou. A 3ª, sabe como é, falhou de uma forma honesta, mas foi tudo bem. Me recuperei rápido. A 4ª quase não fracassou. Ainda não foi ótimo, mas foi OK. A número cinco foi o PayPal.”
 
Reid Hoffmann, fundador do LinkedIn – “Você se joga do alto de um penhasco e constrói um avião durante a queda”.
 
Caterina Fake, cofundadora do Flickr – “Frequentemente as pessoas trabalham muito duro na coisa errada. Trabalhar na coisa certa é provavelmente mais importante do que trabalhar duro”.
 
Pete Cashmore, fundador do Mashable – “Estamos competindo na verdade contra nós mesmos. Não temos o menor controle sobre o desempenho de outras pessoas.”
 
Jason Calacanis, fundador e CEO do Mahalo.com – “Não existe sorte, você trabalha dura e estuda as coisas intencionalmente. Se você fizer isso por bastante tempo e com afinco suficiente, você será bem sucedido”.
 
Evan Williams, cofundador do Twitter – “Seja um usuário do seu próprio produto. Faça-o melhor baseado em seus próprios desejos. Mas não se engane achando que você representa seu tipo de usuário”.
 
Mark Pincus, fundador da Zynga – “Não ter um objetivo claro leva à morte por causa de milhares de compromissos”.
 
Mike Maples, sócio do Floodgate – “Não é o empresário que falhou. É o empreendimento que fracassou. Na vida, você ganha algumas vezes e perde outras. O segredo é fracassar agressivamente. E não deixar que ninguém leve isso para o lado pessoal. Não deixe ressentimentos no campo de batalha. Nem tudo vai dar certo na vida”.
 
Matt Cutts, do Google – “Há alguns me senti como se estivesse preso em uma cabana, então decidi seguir os passos do grande filósofo norte-americano Morgan Spurlock, e tentar algo novo por 30 dias. Na verdade a ideia é bem simples. Pense em algo que você sempre quis ter na vida e tenta chegar lá por 30 dias. No fim, acaba que 30 dias é mais ou menos o tempo necessário para acrescentar ou eliminar um hábito – como assistir o jornal – da sua vida”.
 
Dennis Crowley, cofundador do Foursquare – ‘Se há algo que você quer construir, mas não há tecnologia para isso ainda, então encontre a forma mais próxima possível de chegar lá”.
 
Tony Hsieh, cofundador do Zappos – “Não se ache. Não seja espertinho. Sempre existe alguém melhor do que você”.
 
Fred Wilson, cofundador do Union Square Venture – “Mercados vêm e vão. Bons negócios não”.
 
Paul Graham, cofundador do Y Combinator – “Tocar uma start-up é como levar um soco na cara repetidamente, mas trabalhar numa grande empresa é como passar por um afogamento simulado”.
 
Marc Benioff, cofundador do Salesforce – “O segredo para uma contratação bem sucedida é: procure pelas pessoas que querem mudar o mundo”.
 
Jack Dorsey, cofundador do Twitter e do Square – “‘Espere o inesperado, e sempre que possível seja você o próprio inesperado’. Essas palavras são do livro Cruddy, de Lynda Barry. Eu as trago comigo já há algum tempo. Há muita coisa em minha vida que eu não estava esperando. Uma delas é perceber que eu subi neste púlpito e proferi o discurso na minha própria graduação… 15 anos atrás. Inesperadamente, estou velho.”

Fonte: empreendedoronline

Dia 03 de junho Startups de todo Brasil estarão no SEBRAE Startup Day, durante a Feira do Empreendedor. A Feira do Empreendedor é um dos principais eventos promovidos pelo SEBRAE no Brasil. Em 2012, ocorrerá no Parque Vila Germânica, em Blumenau (SC), de 31 de maio a 03 de junho.

Durante a Feira acontecerão palestras, oficinas, atendimentos coletivos e individuais, que proporcionarão acesso aos caminhos e soluções para abertura de empresas, gestão empresarial, novos empreendimentos, inovações tecnológicas, crédito, entre outros.
 
Nos quatro dias, mais de 100 empresas apresentarão produtos e serviços na área de exposição, onde os visitantes encontrarão ideias de empreendimentos e soluções nos mais variados segmentos. O evento também reserva novidades em educação empreendedora, oferecendo mais de 500 atividades durante os 4 dias de Feira.
 
O último dia da Feira do Empreendedor apresentará uma programação especial, voltada para Startups. Empreendedores de todo Brasil poderão participar do Desafio de Startups, além de assistir palestras e fazer contatos na área de networking.
 
O SEBRAE Startup Day é executado pelo SEBRAE em Santa Catarina, em parceria com o Circuito Startup, principal rede brasileira de eventos voltados para Startups.
 
DESAFIO DE STARTUPS
 
O Desafio de Startups é uma competição de negócios, onde empreendedores podem apresentar sua empresa ou projeto. O desafio representa uma ótima oportunidade para empreendedores que estão começando, buscando investidores ou apenas feedback.
 
Os empreendedores apresentarão seu negócio ou projeto em até 2 minutos, para uma banca composta por investidores, aceleradoras, incubadoras e empresas de sucesso, que avaliarão os projetos ou empresas apresentadas. Após a apresentação, os integrantes da banca poderão fazer perguntas ao empreendedor. Havendo interesse, o empreendedor receberá cartões de contato, sendo encaminhado para uma conversa posterior com os participantes da banca.
 
As melhores apresentações ganharão diversos prêmios, entre cursos, workshops e consultorias.
 
A inscrição é aberta a todos. Não é obrigatório possuir um negócio em operação. Para efetuar a inscrição é necessário acessar o site sebraestartupday.com.br e verificar as informações na página “Desafio”. Os negócios inscritos serão avaliados em uma seletiva, onde 10 empreendedores serão escolhidos para as apresentações.
 
PALESTRAS
 
Uma grade especial de palestras está sendo montada para o SEBRAE Startup Day. Entre os palestrantes confirmados estão Yuri Gitahy, fundador da Aceleradora, falando sobre o conceito de Startup. Cassio Spina, presidente a Associação Anjos do Brasil, que falará sobre como encontrar o investimento certo para a etapa atual do seu negócio. Maurilio Alberone, fundador do StartupBase, contará os segredos para modelar negócios nascentes, além de outras palestras.
 
AREA DE NETWORKING
 
O SEBRAE Startup Day também vai conectar empreendedores, investidores, aceleradoras, incubadoras de negócios, entidades de apoio e mídia. Os inscritos poderão participar de um cocktail, onde o objetivo é conhecer possíveis parceiros de negócios e ampliar redes de contatos.
 
INSCRIÇÕES

As inscrições para o SEBRAE Startup Day estão abertas através do site www.sebraestartupday.com.br. A entrada é franca para inscrições online, até o limite de vagas.

Fonte: feiradoempreendedor
 

 

O Brasil se apresenta como um dos países com maior potencial de mercado para a publicidade nos dispositivos móveis. Os anunciantes, as agências de publicidades e os portais móveis vislumbram a possibilidade de novas receitas justamente porque o país se mostra como um dos mais avançados quando o assunto é a divulgação de produtos e serviços através de aparelho celular, smartphones e tablets.

Com a publicidade no celular, os consumidores têm a possibilidade de acessar informações sobre uma ampla variedade de produtos e serviços de qualquer lugar – seja no trabalho, na escola ou no lazer. E os números são altamente animadores. Uma estudo do eMarketer apontou que os investimentos em publicidade móvel no Brasil devem alcançar US$ 41 milhões em 2012.
 
O aumento do número de assinantes, que passará de 174 milhões em 2009 para 212 milhões em 2014, também é levado em conta pelos analistas, além do amadurecimento do mercado brasileiro e do aumento da oferta de aparelhos com mais recursos multimídia, que permitem maior experiência do usuário.
 
O Brasil é considerado um dos cinco mercados móveis mais importantes do mundo, o quinto maior usuário de Internet, e o Google.com no celular teve um crescimento de quase 3.000% em dois anos. Isso coloca o país no topo da lista de prioridades quando o assunto é investimentos para novas oportunidades de negócios, incluindo a publicidade móvel.
 
Nossa atuação na oferta de plataforma móvel para publicidade mostrou que o Brasil perde apenas para a Índia, com quase 1 bilhão de acessos aos anúncios móveis. Os números das análises de mercado reforçam a elevada capacidade do mercado publicitário focado nos dispositivos móveis.
 
Por seu lado, as agências de publicidade podem ocupar importante papel nesse processo. São elas as responsáveis por escolher as melhores mídias para a veiculação das suas peças e são elas que as criam. E o Brasil é considerado o país com o maior número de agências premiadas de todo o mundo. 
 
Os anunciantes só têm a ganhar com isso. Afinal, são eles que pagam os anúncios e desejam que o usuário dos serviços móveis se sintam à vontade para experimentar essa nova modalidade de publicidade online e móvel, que vem ampliando também a capacidade de segmentação dos públicos-alvo.
 
Além disso, os dispositivos móveis possuem maior penetração que a Internet, porque o número de usuários móveis é mais que o dobro do de internautas. Aqui está um dos motivos de nosso entusiasmo com o promissor mercado da publicidade móvel.
 
Para se ter uma ideia, no ano de 2011, o Brasil representou um grande salto para o tráfego na rede de nossa companhia, começando com apenas 6.9 milhões de acessos e chegando a dezembro último com mais de 500 milhões de acessos, posicionando o país no segundo posto, atrás apenas da Índia.
 
A plataforma Android ficou entre as que mais cresceram nesse universo. Somente em dezembro do ano passado, a plataforma registrou aumento de 39,06%, seguida pelos dispositivos Blackberry e iPhone. Na primeira posição, estão os usuários com aparelhos dotados de Symbian, com 49,96% do total de acessos.
 
Como o celular é um dispositivo de uso pessoal, ele oferece capacidade avançada de personalização dos anúncios publicitários, e os números comprovam a capacidade de os serviços e de os dispositivos móveis oferecerem informação privilegiada aos anunciantes sobre o perfil do consumidor.
 
Fonte: imasters

A companhia global MasterCard acaba de entrar nos negócios de "carteiras digitais". A nova oferta, chamada de PayPass Wallet Services, será conduzida por meio de seu sistema de ponto-de-venda PayPass, com aproximadamente 500 mil pontos ao redor do mundo, onde consumidores podem recorrer a um cartão ou celular com Comunicação de Campo Próximo (NFC, em inglês) para realizar uma compra. A empresa também permitirá que terceiros criem sistemas de pagamentos com suas próprias marcas.

O método foi anunciado durante um evento na segunda-feira em New Orleans, noite anterior ao começo da apresentação do CTIA Wireless. No principal discurso, que aconteceu na manhã de terça-feira, a companhia também revelou uma parceria com a Intel para ajudar os fabricantes de PC a construírem um hardware de “toque-e-pague” para ultrabooks.
 
Para usar o chamado PayPass Wallet, os clientes irão se inscrever e fornecer informações para 25 cartões de crédito, incluindo outras marcas que não a MasterCard, além de informações de envio. Ao realizar uma compra online ou via celular, eles poderão escolher um cartão e um destinatário além daqueles selecionados anteriormente.
 
Quando forem comprar pela web ou via fone, os usuários irão tocar o logo do PayPass Wallet Services e será solicitada uma senha única. Uma vez digitada, irão escolher um cartão e um local de envio e clicar para completar a transação; usando um telefone equipado com NFC em um terminal de loja, eles também terão que passar pelo “carrossel” de seleções, mas irão escolher um cartão da sua lista para ser usado com o sistema de “toque-e-pague” do PayPass.
 
O que mantém a processo da MasterCard diferente dos outros sistemas de “carteiras digitais” anunciados pela Visa, Google, PayPal e outras é como a companhia está abrindo sua plataforma para terceiros, disse o analista da Gartner, Mark Hung. Bancos e outros parceiros poderão adotar o PayPass Wallet Services de dois jeitos diferentes: usar o serviço próprio da MasterCard, sob sua própria marca, ou simplesmente usar a interface do programa de aplicação (API, em inglês) da empresa para construir sua própria plataforma. O único sinal da MasterCard em ofertas de parceiros será o logotipo da empresa, localizado junto ao logo do PayPass Wallet.
 
A oferta “V.Me” da Visa, anunciada ano passado, também possui extensão de compras online, móvel e em lojas, mas a empresa está “abraçando sua oferta junto ao peito” mais do que a MasterCard, disse Hung. Isso significa que os consumidores terão mais oportunidades de oferta ao ingressarem no PayPass Wallet, ele completou. E em comparação com o PayPal, que está se aproximando das lojas físicas a partir do online e móvel construindo lentamente sua rede de venda de dispositivos, a MasterCard possui uma vantagem na parte mais difícil da equação, concluiu.
 
Fonte:idgnow

Ferramenta que utiliza sistema de digitalização de imagens para controlar fluxo de clientes nos pontos de venda aponta aumento no faturamento entre os anos de 2010 e 2011

O fluxo de clientes  nas lojas deve aumentar até 73% na véspera do Dia das Mães. É o que aponta a ferramenta Virtual Gate, que trabalha com a contagem por meio da digitalização de imagens nos pontos de venda. Entre os anos de 2010 e 2011, a média de crescimento foi de 33%. O período analisado foi de 15 dias anteriores ao Dia das Mães e sete posteriores à data, em 573 lojas de diversos segmentos.
 
O objetivo do sistema é ajudar os empresários a monitorarem os resultados das ações realizadas nos pontos de vendas a partir da contagem eletrônica de consumidores nos locais.
 
Fonte: mundodomarketing

Embora o Google tenha apresentado o Google Apps como solução de produtividade adequada para as grandes empresas, a maioria dos usuários do serviço são os pequenos negócios.

Uma pesquisa realizada pela Cloud Alliance com mais de 50 mil administradores do Google Apps identificou que 69% dos 'early adopters' são empresas que têm entre um e dez funcionários e outros 21% têm entre 11 e 50 funcionários. Apenas 3% dos usuários têm mais de 500 empregados.
 
A Cloud Alliance diz que o resultado não é uma surpresa, já que as pequenas constituem a grande maioria dos 'early adopters'. “Elas têm menos burocracia, permitindo o teste e a adição de novas tecnologias mais facilmente", aponta o levantamento.
 
A pesquisa constatou ainda que as grandes empresas são muito mais propensas a se preocupar com segurança e privacidade antes de adotar o Google Apps. De acordo com a Cloud Alliance, mais do que um quarto das empresas com 200 ou mais empregados disse que a segurança e a privacidade era uma das maiores preocupações, enquanto cerca de 17% dos negócios com menos de 200 funcionários apontou o mesmo.
 
Segundo o levantamento, os setores que mais adotam o Google Apps são publicidade e marketing (11%), construção (6%) e educação (5%).
 
Fonte:idgnow

Um estudo mostra que entre 60% a 70% do carrinhos de compras são abandonados pelos clientes, o que acaba se tornando um desafio para os varejistas: fazer com que os consumidores finalizem as transações. Para descobrir o motivo e oferecer soluções para as vendas, a Bronto Software analisou as etapas entre “encher um carrinho”; abandoná-lo e receber mensagens de recuperação de carrinhos (retargeting)  para cem varejistas da web.

 
Apenas 13% das empresas inclusas no estudo enviam algum tipo de mensagem após os clientes abandonarem seus carrinhos, mesmo havendo uma pesquisa mostrando que em torno de 20% dos compradores retornam à sua transação após receber tais mensagens.
 
Entre os varejistas que realizam esta ação, o primeiro envio ocorreu em média 30 horas após o abandono do carrinho, sendo o mais rápido em 45 minutos e o mais tardio em três dias. O fato de os clientes já estarem envolvidos com o produto, faz com que muitas vezes não seja necessário mais que um lembrete (e-mail) para incentivá-los a concluir a compra.
 
É possível aumentar a probabilidade dos compradores retornarem aos carrinhos alertando-os que o carrinho vai expirar, ou até mesmo promovendo algum desconto. No entanto, apenas 23% dos e-mails de acompanhamento mencionam a validade do carrinho de compras, e apenas 8% indicam a disponibilidade dos itens. Uma foto do produto é mostrada em 54% das mensagens, mas apenas 31% inclui o preço, que é o fator essencial caso haja essa concessão de desconto.
 
Dentre os e-mails enviados após o abandono, 15% sugerem itens relacionados ao cliente baseados nos produtos adicionados ao carrinho. A opção de finalizar um pedido por telefone foi oferecida em 62% dos casos. Apenas 5% dos varejistas enviam um segundo e-mail de acompanhamento e somente 1 em cada 100 comerciantes enviam um terceiro e-mail.
 
Ser flexível com os preços pode ajudar a desestimular o abandono. Apenas 64% dos varejistas do e-commerce forneciam informações sobre transporte (frete) no carrinho de compras, fato que poderia vir a influenciar um comprador que ainda esteja em dúvida. Na média, os comerciantes aguardam até a 3ª página do processo de compra para levantar essa questão. Houve um dos varejistas que incluiu informações sobre frete somente na página nove.
 
O fato de o preço ficar mais caro que o previsto faz com que 36% dos clientes não finalizem a compra, diz a pesquisa. Entretanto 21% dos varejistas não permitem que os compradores alterem a quantidade de itens no carrinho.
 
Curiosamente, 10% dos empreendedores on-line solicitam que os clientes se cadastrem antes mesmo de comprar, um processo que envolve o preenchimento de dados pessoais (como a criação de uma conta – usuário e senha ) que pode parecer irrelevante ao consumidor. O estudo alerta que isso é um grande empecilho para a transação. O preenchimento desses dados pode redirecionar os clientes para outras páginas e distraí-los de seu objetivo principal (comprar), gerando, assim, um abandono do carrinho.
 
O estudo também mostra que número médio de páginas necessárias para se concluir uma transação foi de  5,6 – variando de 2 a 9 entre os varejistas estudados. Já a informação que mostra o número de passos (páginas) que ainda faltam para a conclusão da compra não esteve presente em 5% dos casos.
 
Fonte: ecommercenews
 

Consumidores brasileiros gastam em média 27% de sua renda disponível em compras pela web, à frente da média global (23%), segundo uma pesquisa realizada pela WorldPay em 15 países (clique aqui para ler). A Índia foi o país que apresentou a maior proporção, com uma média de 33% da renda disponível destinada a sites de e-commerce, seguida pela China (31%), Reino Unido (25%) e Estados Unidos (23%). Em relação ao Brasil, 8% dos entrevistados – que para participar da pesquisa deveriam ter realizado ao menos uma compra on-line nos últimos seis meses – afirmam que já chegou a gastar até mais da metade de sua renda disponível em compras pela Internet. O Reino Unido é o país que apresenta o maior índice neste quesito (11%), sendo que a média dos entrevistados globais é de 7%.

 
O estudo da WorldPay fez uma análise sobre o comportamento dos compradores desde o início da recessão mundial, e mostrou que 63% dos consumidores da China estão realizando mais compras online, contra apenas 5% que relatam ter diminuído seus gastos. Este crescimento líquido de 58% superou por uma grande margem o índice da segunda colocada, a Índia, que obteve um percentual de 30% neste mesmo índice (45% x 15%). No Brasil, 39% dos compradores afirmam gastar mais em compras online desde a crise, contra 19% que afirmaram ter gastado menos, o que gera um crescimento líquido de 20%.
 
O forte crescimento dos gastos dos consumidores chineses condiz com os resultados de uma outra pesquisa apresentada pela Translated (Clique aqui para ler), a qual mostrou um índice estatístico que determina a participação dos países no mercado online através da combinação entre o PIB per capita e a total de usuários de internet. Esta pesquisa prevê que embora o mercado de e-commerce dos Estados Unidos tenha sido o dobro do chinês em 2011 (24,4% x 11,5%), até 2015 as posições devem se inverter (16,8% para os Estados Unidos contra 18,8% para a China).
 
Maioria das compras são realizadas à tarde e à noite
 
Os dados do “Global Online ShopperReport” da WorldPay ainda mostram  que a maior parte das compras online (44%) acontece entre às 18:00 e a meia-noite, com o pico às 20:40; 30% ocorrem à tarde, entre o meio-dia e às 18:00; 16% na parte da manhã, das 6:00 ao meio-dia, e os 10% restantes na madrugada, da meia-noite às 06:00.
 
A pesquisa também revela que a maioria das transações (95%) é realizada na casa dos consumidores, sendo os cômodos mais comuns a sala de estar (54%), o quarto (43%) e o escritório (43%).
 
Outros dados importantes:
 
Quase 30% dos e-consumidores entrevistados afirmam realizar suas compras enquanto estão no ambiente de trabalho. Além disso, 8% revelam ter comprado durante os feriados, enquanto 7% diz ter feito o mesmo em cafés, pubs, bares ou restaurantes, e 6% na faculdade ou universidade, no carro ou até mesmo em lojas físicas.
 
Proporção considerável de entrevistados afirma realizar diversas atividades enquanto compram pela internet, fato que torna ainda mais difícil para os comerciantes reter sua atenção. Do total, 46% relataram assistir televisão; 42% escutar música; 31% navegar em sites de mídias sociais (redes sociais / blogs); 29% conversam com amigos e familiares e outros 21% afirmam prestar atenção no rádio durante o processo de compra.
 
Mais de um terço dos consumidores que compram frequentemente (aqueles que gastaram 30% ou mais de sua renda disponível comprando online em 2011) realizou transações pela internet utilizando um smartphone. O mesmo quesito apresentou um percentual de 17% entre os “consumidores moderados” (que gastaram entre 10 e 30% de suas rendas disponíveis online). O primeiro grupo também é mais propenso a comprar através de tablets (23% x 9%). Do total, 5% afirmam ter realizado compras através de uma smart TV.
 
Fonte: ecommercenews

A competitividade no ambiente de trabalho é saudável e ajuda muitos profissionais e empresas a obter mais sucesso. É o que revela recente levantamento realizado pela Page Personnel, uma das maiores empresas globais de recrutamento especializado em profissionais de suporte à gestão e primeira gerência, empresa do grupo Michael Page. O levantamento aponta que 90,3% dos profissionais entrevistados afirmam que a competitividade faz bem ao profissional e às empresas.

 
Uma das consequências positivas de um ambiente competitivo é o aumento da produtividade de trabalho. Esta percepção é endossada por 40,3% dos respondentes, que acreditam que a competitividade é necessária para o desenvolvimento profissional e para o sucesso da empresa para a qual trabalham.
 
Segundo Roberto Picino, diretor-executivo da Page Personnel, muitos funcionários usam essa situação a seu favor e como um incentivo para produzirem mais e melhor.  “As empresas devem se manter atentas aos exageros pois metade dos profissionais que participaram da pesquisa acreditam que a competitividade no trabalho é saudável, desde que não prejudique seu rendimento ou o sucesso da empresa”, ressalta.
 
Um percentual menor de profissionais acredita que a rivalidade entre profissionais de uma mesma organização gera menor colaboração interna. Dos 9,7% dos profissionais que afirmam que a competitividade não é saudável, apenas 1,4% está preocupado com os prejuízos que a competitividade possa causar em seu rendimento profissional.
 
“As pessoas percebem, na maioria dos casos, que a competitividade é produtiva e pode ajudar funcionários e empresas a trilharem para um mesmo objetivo, que é o sucesso da organização. Quem não corrobora desta opinião precisa rever seus conceitos e procurar melhorar este aspecto para que ele não prejudique seu desempenho e o da companhia”, finaliza. 
 
Fonte: convergenciadigital.uol